"Mas então... Vc já escreveu um livro, um poema? Não me diga que vai querer trabalhar nesses periódicos locais?!! Que fazem sensacionalismo e que propagam notícias de violência! Eu gosto de ler poesia, de uma boa história!"
(Anderson Moreira)
Está aí... a indagação de um admirador, ao me questionar sobre as minhas diretrizes na área da comunicação. Respondo que ainda não tenho nada publicado, nada de concreto. E devido a insistência, brinco dizendo que quando eu tiver um bom material em mãos, um livro autoral, ou uma antologia poética, prometo que você será o primeiro a saber!
E por falar nisso, esta é uma boa dica de um caminho a seguir. Escrever um livro, um romance, uma boa história. Escrever um poema, a letra de uma canção e por aí vai. Creio que esta é a direção, este é o meu norte - ser um escritor! Não apenas mais um entre tantos outros. Mas alguém com uma potencialidade a ser explorada. E olha que essa observação partiu de uma pessoa anônima.
Eu estive no bairro Guarujá para visitar uns amigos, e para dar início a empreitada estive na casa da Marlene. Chego em frente bato palmas, até que surge o jovem Robson Luan, o qual me convida para entrar, e logo veio a Thays com o bebê no colo, os quais eu cumprimento. Ambiente tranquilo, tarde melancólica de inverno, nos verdes campos de Lages... que já não são tão verdes assim... Haja visto uma queimada clandestina no bairro Santa Helena, na noite do último sábado.
Eu estive no bairro Guarujá para visitar uns amigos, e para dar início a empreitada estive na casa da Marlene. Chego em frente bato palmas, até que surge o jovem Robson Luan, o qual me convida para entrar, e logo veio a Thays com o bebê no colo, os quais eu cumprimento. Ambiente tranquilo, tarde melancólica de inverno, nos verdes campos de Lages... que já não são tão verdes assim... Haja visto uma queimada clandestina no bairro Santa Helena, na noite do último sábado.
Na casa deste jovem casal, me ofereceram um "café mais que especial" : pão de forma, goiabada, margarina, mortadela, queijo, bolachas, bolo de cenoura (feito pela dona Marlene), café e leite. Pois é... dizem que a felicidade está nas coisas simples! E eu concordo! Este é um momento típico de descontração onde rimos das piadas desconcertantes do Robson; conversamos sobre amenidades, lembramos também de uma amiga em comum que se encontra de viagem pela Europa, enfim!
Mais adiante chega um casal de amigos e uma senhora. Ambos são recebidos com entusiasmo pelos anfitriões. Eu já havia me retirado da mesa. Neste meio tempo, o Robson oferece uma cerveja para o rapaz de nome Anderson, que muito curioso me pergunta onde eu trabalho, onde eu moro, o que é que eu faço da vida? Um pouco irônico como qualquer jovem de sua idade, eis o perfil do amigo do Robson e Thays! Entre risos e comentários generalizados, é que o Anderson me pergunta... "Mas então você já escreveu um livro, um poema?"
A tarde cai, são 5h e eu preciso ir, até porque ainda tenho mais duas pessoas para visitar. Me despeço dos amigos, que me pedem para ficar um pouco mais... Me acompanham até o portão, talvez para que eu volte num outro dia.
É isso aí Robson! Obrigado pela atenção! Um abraço! E até mais...
"A garça vôou. A sombra ficou. A noite desceu
Levando o brancor..."
Ney Matogrosso
(Cair da Tarde - H. Villa-Lobos/ Dora Vasconcellos )

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